Associação de Comunicadores e profissionais da imprensa do Nordeste (ADCPIN), é uma associação sem fins lucrativos, entidade representativa da Imprensa do Nordeste com atuação nacional. Sua atuação reúne profissionais da imprensa escrita, televisiva, radiofônica, além de outras mídias. A entidade foi criada em decorrência da necessidade de estabelecer padrões éticos e profissionais à área de Imprensa no Nordeste e dar representatividade aos seus profissionais. instagram.com/adcpin/
quarta-feira, 12 de outubro de 2022
Associação de Comunicadores e profissionais da impressa do Nordeste (ADCPIN)
Elementos da comunicação
Os elementos da comunicação são:
- Emissor
- Receptor
- Mensagem
- Código
- Canal
- Referente
- Feedback
Esses elementos são os fatores que participam do processo de transmissão de mensagens. Sem eles qualquer tipo de comunicação (como a redação deste texto que você está lendo, por exemplo) não seria possível.
Todo tipo de comunicação inicia-se com um emissor, isto é, aquele que envia uma mensagem para alguém (seu receptor). Porém, a existência desses dois elementos não basta. Para ocorrer a comunicação, outros elementos têm de ser acionados.
Para que essa mensagem seja enviada, é preciso que haja um canal de comunicação, isto é, um suporte que realiza a transmissão. Para fazer sentido, a mensagem sempre faz referência a um contexto ou situação da realidade (referente).
Além disso, emissor e receptor só se entendem se partilharem de um código comum (um determinado idioma, por exemplo). Por último, o feedback é a resposta emitida por quem recebe a mensagem, confirmando que o processo de comunicação de fato ocorreu.
Porém, sabemos, nem sempre a comunicação se dá de forma perfeita. Há ruídos no processo, como falhas técnicas no canal ou diferenças culturais. Os ruídos podem acontecer em qualquer etapa da comunicação, limitando sua eficiência.
Emissor
O emissor é quem envia a mensagem. Na verdade, o emissor faz mais do que isso: antes de enviar a mensagem, ele tem a ideia e a transforma em código, ou seja, em signos verbais ou não verbais que transmitem uma ideia. Uma pessoa, empresa, grupo ou instituição podem ser emissores de mensagens.
Exemplos de emissor
Exemplo 1
Um professor que dá sua aula é um emissor. Enquanto fala ou escreve na lousa, emite mensagens aos seus alunos (seus receptores).
Exemplo 2
Da mesma forma, um jornalista que escreve um artigo de opinião no jornal é um emissor. Seus leitores são os receptores daquela mensagem.
Exemplo 3
Uma empresa que quer contratar funcionários e faz um anúncio na internet está se utilizando desse meio de comunicação para emitir uma mensagem. A empresa é, portanto, a emissora.
Receptor
O receptor, também chamado de destinatário ou interlocutor, é para quem a mensagem é enviada. É ele quem recebe a mensagem, podendo ou não compreendê-la.
Exemplos de receptor
Exemplo 1
Os alunos que estão assistindo a uma aula são, enquanto ouvintes, receptores das mensagens emitidas pelo professor. Podem se tornar emissores a qualquer momento, desde que façam uma pergunta ou observação sobre o conteúdo da aula.
Exemplo 2
Os leitores de um artigo publicado no jornal são receptores da mensagem escrita pelo articulista.
Exemplo 3
Um trabalhador que está procurando emprego e lê um anúncio de uma vaga na internet é receptor da mensagem elaborada pelo RH de uma empresa (emissor).
Mensagem
A mensagem é aquilo que o emissor transmite durante um processo de comunicação. Em outras palavras: a mensagem é o objeto da comunicação. Ela pode ser visual, auditiva ou audiovisual.
Exemplos de mensagem
Exemplo 1
Numa aula, enquanto o professor fala (emissor) e os estudantes escutam (receptores), a mensagem é o conteúdo daquilo que o professor fala. Por exemplo, numa aula de biologia, a mensagem pode ser a estrutura das moléculas de DNA.
Exemplo 2
Um artigo de jornal, escrito por um jornalista (emissor), e lido pelos leitores (receptores), trata das vantagens e desvantagens da globalização. A opinião do jornalista sobre esse tema é a mensagem.
Exemplo 3
Um trabalhador procura emprego (receptor) e encontra na internet um anúncio de vaga de uma empresa de publicidade (emissor). O conteúdo desse anúncio – “Vaga para designer gráfico, com um ano de experiência...” – é a mensagem.
Código
O código é o conjunto de símbolos e a sua combinação de acordo com determinadas regras. Toda mensagem se organiza de acordo com um código que pode ou não ser identificado pelo receptor. Existem códigos verbais (discursos ou textos, por exemplo) e códigos não verbais (formas, cores, imagens, linguagem corporal etc.).
O processo de elaboração da mensagem chama-se codificação – ou seja, o ato de converter uma mensagem em códigos. Já a identificação desse conjunto de signos por parte do receptor recebe o nome de decodificação.
Pode acontecer, entretanto, de emissor e receptor não partilharem do código. Isso ocorre, por exemplo, quando pessoas de nacionalidades diferentes e que não compartilham algum idioma tentam se comunicar. Nesse caso, os gestos podem servir como código e suprir algumas necessidades comunicacionais.
Exemplos de código
Exemplo 1
No caso do professor de biologia que dá a sua aula, o código usado é a língua portuguesa. Os gestos que ele faz para transmitir alguma intenção também são códigos. O desenho que ele faz na lousa para representar a estrutura da molécula de DNA também é um código.
Exemplo 2
O artigo publicado no jornal sobre as vantagens e as desvantagens da globalização, por ser destinado ao público brasileiro, foi escrito na língua portuguesa, de acordo com a norma culta e as regras gramaticais – esse é o código.
Exemplo 3
No caso de um anúncio de vaga de emprego num site da internet, o código é a língua portuguesa. Suponhamos que haja nesse anúncio, ao lado do texto, uma foto de um profissional da área da comunicação trabalhando em frente ao computador. Essa imagem também é código.
Veja o Significado de Comunicação Não Verbal.
Canal
O canal de comunicação é a via através da qual a mensagem é transmitida. É o suporte ou veículo usado para que a mensagem chegue ao seu destinatário. O canal pode ser natural (nossa voz, por exemplo) ou tecnológico (rádio, jornal, internet etc.).
Exemplos de canal
Exemplo 1
No exemplo da aula de biologia, a voz do professor garante que a mensagem chegue aos ouvidos dos alunos. A lousa onde o professor desenha uma representação da estrutura da molécula de DNA também é um canal.
Exemplo 2
O jornalista que quer emitir sua opinião sobre o processo de globalização utiliza-se do canal jornal para fazer sua mensagem circular e atingir o maior número de leitores.
Exemplo 3
Um site da internet é um canal utilizado por uma empresa que divulga uma vaga de trabalho. Esse canal, acessado por milhares de pessoas diariamente, assegura o contato entre o emissor (empresa) e os receptores (trabalhadores).
Referente
É o objeto ou a situação a que a mensagem se refere. O referente também é chamado de contexto, isto é, um conjunto de elementos que auxiliam o receptor a compreender a mensagem.
Há dois tipos de referentes: o situacional e o textual. O referente situacional tem a ver com a situação ou circunstância em que emissor e receptor estão envolvidos. Já o referente textual tem a ver com os elementos do contexto linguístico.
Exemplos de referente
Exemplo 1
Suponhamos que um professor de biologia emita a seguinte mensagem verbal durante a aula: “Pedro, venha até aqui e escreva o nome desta parte do DNA.”
Dependemos do contexto para entender essa mensagem. O professor faz referência a um referente espacial (aqui), usa o tempo presente (venha e escreva) e se refere a um elemento que faz parte da situação (desta). Dentro do contexto, o aluno Pedro sabe que o professor o está chamando neste exato momento para ir à frente da sala escrever o nome de uma parte da molécula de DNA representada na lousa.
Exemplo 2
Num artigo sobre o processo de globalização, um jornalista escreve o seguinte: “Assim, com base nessas razões, posso afirmar: a globalização traz mais males que benefícios aos países em desenvolvimento.”
Nesse exemplo, o referente consiste no elemento de coesão utilizado na frase: “Assim, com base nessas razões”. Trata-se de um referente textual, formado por elementos que retomam e recolocam para o leitor (receptor) algo que já foi mencionado anteriormente no texto.
Exemplo 3
Num anúncio de vaga de emprego, há a seguinte frase: “Pretendemos contratar uma pessoa que preencha a todos estes requisitos: formação na área, disponibilidade integral, mínimo de um ano de experiência e moradia na cidade de São Paulo.”
Essa frase contém alguns itens (todos estes) que se referem a coisas que serão ditas logo na sequência. Trata-se de um tipo de referente textual, pois há referência a elementos contidos no texto.
Feedback
O feedback ou retorno é a informação que garante ao emissor que sua mensagem foi captada pelo receptor.
Exemplos de feedback
Exemplo 1
Se os alunos demonstram, por linguagem corporal ou verbal, que estão compreendendo as mensagens emitidas pelo professor, isso pode ser chamado de feedback. Suponhamos que o Pedro vai à lousa e cumpre a tarefa solicitada pelo professor, demonstrando ter compreendido a mensagem - esse é um feedback.
Exemplo 2
Os leitores do jornal, entusiasmados com o artigo do jornalista, escrevem mensagens ao periódico fazendo comentários e perguntas sobre o artigo recém-publicado. Essas mensagens são feedbacks.
Exemplo 3
O fato de pessoas responderem a um anúncio de vaga de emprego enviando seus currículos pode ser encarado como um feedback.
Ruído
Todo processo de comunicação está sujeito a interferências que podem reduzir sua eficiência. Ruídos podem ocorrer em qualquer etapa do processo e são classificados em diferentes tipos: físicos (ex.: problemas técnicos no canal de comunicação), psicológicos (ex.: desinteresse por parte do receptor) ou culturais (ex.: desconhecimento do código).
Exemplos de ruídos
Exemplo 1
Durante uma aula, não é raro que um ou outro aluno se distraia em algum momento, fazendo com que o processo de comunicação não se dê de forma plena. Um momento de distração pode fazer com que a mensagem não seja compreendida.
Exemplo 2
Suponhamos que um turista francês, de férias no Brasil, resolva folhear o jornal no saguão do hotel e se depare com um artigo sobre globalização escrito por um jornalista. Por mais que o turista esteja atento e queira entender o conteúdo do texto, há questões culturais que tornam o processo de comunicação praticamente impossível: o turista não domina a língua portuguesa.
Exemplo 3
Problemas técnicos acontecem, e o site de vagas de emprego está em manutenção. Assim, por um ruído no canal, a mensagem não poderá chegar ao seus destinatários (trabalhadores que procuram emprego).
O que são fake news:
Fake news significa "notícias falsas". São as informações noticiosas que não representam a realidade, mas que são compartilhadas na internet como se fossem verídicas, principalmente através das redes sociais.
Normalmente, o objetivo de uma fake news é criar uma polêmica em torno de uma situação ou pessoa, contribuindo para o denegrimento da sua imagem. Por ter um teor extremamente dramático, apelativo e polêmico, as fake news costumam atrair muita atenção das massas, principalmente quando estas estão desprovidas de senso crítico.
Assim, os conteúdos falsos podem agir como uma "arma" ilegal contra algo. No âmbito político, por exemplo, as notícias falsas são usadas com o intuito de "manchar" a reputação de determinado candidato, fazendo com que perca potenciais eleitores.
Como identificar fake news?
Devido à facilidade com que informações podem ser criadas e compartilhadas na internet, torna-se imprescindível que o usuário tenha um elevado senso crítico quando se depara com qualquer tipo de conteúdo.
Pode parecer difícil identificar fake news, mas seguindo alguns passos básicos fica fácil saber se a informação analisada é verdadeira ou não.
Ler todo o conteúdo
Um dos tipos mais comuns de fake news é quando o título da notícia é apresentado de modo desconexo com o restante da informação. Infelizmente, muitas pessoas compartilham conteúdos nas redes sociais, por exemplo, sem ler todo o texto e, assim, estão a disseminar ideias totalmente deturpadas sobre o que de fato ocorreu.
Verificar a origem
Notícias falsas são pobres de fontes. Quando uma informação não contém elementos jornalísticos básicos, como a referência daquilo que está sendo dito, por exemplo, a veracidade do texto passa a ser questionável.
Confira os autores
Outra dica é conferir a identidade dos autores do texto e procurar um histórico de trabalhos que já foram feitos por essas pessoas. Em muitos casos os autores de uma fake news podem ser falsos, por isso caso não haja nenhum indício de quem escreveu a informação, a probabilidade de se tratar de uma notícia falsa é alta.
Pesquisar por outras fontes
Quando recebemos alguma informação, não devemos confiar exclusivamente na primeira fonte de notícias. O ideal é pesquisar por outros veículos de comunicação credíveis e verificar se o conteúdo também foi publicado e quais as informações contidas nos diferentes textos.
Confira a data de publicação da notícia
Pode ser que a informação seja verdadeira, mas esta está a ser usada fora do seu contexto original. Por isso, antes de compartilhar uma notícia, por exemplo, é importante verificar a data em que ela foi publicada.
Senso crítico em alerta
O mais importante é ter a capacidade de questionar as "verdades", não aceitando tudo como se fosse absolutamente real apenas porque "leu na internet".
Fake news e a "pós-verdade"
Pós-verdade é um neologismo criado para nomear o fenômeno social desenvolvido na internet onde notícias falsas (fake news) passam a ser consideradas verdades devido a sua massiva difusão.
O termo "pós-verdade" foi eleito a Palavra do Ano em 2016 pelo dicionário Oxford. A pós-verdade foi definida como a ideia de que um fato concreto tem menos significância ou influência do que "apelos à emoção e a crenças pessoais". Isso significa que, de acordo com o conceito da pós-verdade, torna-se mais importante acreditar que algo é verdade (mesmo não sendo) do que aquilo que de fato é verídico.
Assim, o uso do prefixo "pós" remete a ideia de que o conceito de verdade passa a não ter o mesmo significado que em outrora.
Tipos de fake news
As fake news são criadas por diferentes motivações e, dependendo destas, podem ser classificadas em 7 principais tipos de notícias falsas:
Sátira ou paródia
Normalmente não tem a intensão de provocar mal. Costumam estar presentes em sites de comédia e podem ser facilmente identificadas como falsas.
Falsa conexão
São quando as imagens, título ou manchete não condizem com o restante do conteúdo da notícia. Esse tipo de fake news é feito devido a uma má política de jornalismo ou visando o lucro de determinado site.
Nesse último caso, os títulos apelativos são criados para chamar a atenção das pessoas a clicarem no site (clickbait), apenas para que os donos da página possam ganhar dinheiro com a visualização das publicidades que têm nos artigos, por exemplo.
Conteúdo enganoso
É o clássico conteúdo que apresenta informações falsas. Pode ser usado em várias situações, principalmente com caráter partidário, como influência política ou estratégia de propaganda.
Falso contexto
Nesse caso a informação da notícia é totalmente verdade, mas está sendo usada fora do seu contexto original. Ou seja, pode ser uma notícia antiga que é utilizada como se fosse recente, por exemplo.
Conteúdo impostor
Esse tipo se caracteriza por usar afirmações que foram supostamente feitas por fontes verdadeiras, quando na realidade estas nunca chegaram a dar tais declarações.
Conteúdo manipulado
É um dos tipos de notícias falsas mais complexas de analisar. Neste caso o conteúdo apresentado é verdadeiro, mas a pessoa que o redigiu constrói o texto de um modo capaz de manipular o público menos atento.
Conteúdo fabricado
É um tipo de conteúdo perverso. É 100% falso, ou seja, todo o texto foi inventado com o propósito de causar a desinformação, enganar as pessoas e, consequentemente, provocar algum mal.
Consequências das Fake News
A disseminação das fake news pode acarretar consequências desastrosas e trágicas. Pessoas podem ser injustamente punidas por atos que não cometeram e até mesmo guerras podem ser declaradas devido à disseminação de notícias falsas, por exemplo.
Para evitar que as fake news continuem a provocar grandes estragos sociais e políticos, algumas medidas preventivas e de punição estão sendo aplicadas pelas principais plataformas digitais, como o Facebook, Twitter e Google. Além disso, intensificam-se os projetos de leis que visam garantir um controle contra a propagação de informações falsas nas redes sociais.
Veja também o significado de Notícias.
O que é reportagem:
Reportagem é um gênero textual jornalístico com características próprias e que tem por objetivo transmitir informações para os receptores.
A reportagem é marcada por uma estrutura textual maior e mais detalhada. O tema abordado é apresentado de forma abrangente, citando-se fontes, entrevistas e outras informações obtidas através de pesquisas.
Apesar de ser predominantemente informativa, a reportagem também pode ser classificada como um gênero opinativo, refletindo o juízo de valor do repórter. Uma vez concluída, a reportagem pode ser veiculada em diversos meios de comunicação como televisão, jornais impressos, rádio, internet, etc.
Estrutura da reportagem
Em geral, a reportagem possui a seguinte estrutura:
Título ou manchete: é o nome do texto. Deve ser formulada de forma a chamar a atenção e despertar o interesse dos receptores. Consiste, geralmente, em frases de efeito concisas.
Subtítulo ou título secundário: complementa o título principal e apresenta mais informações, ainda que breves, sobre o que será encontrado no texto. Esse elemento é facultativo.
Lide ou lead: no jornalismo, a lide (ou lead) é o primeiro parágrafo do texto no qual são apresentadas as principais informações da matéria, fornecendo um panorama aos receptores. Devido ao caráter mais detalhado da reportagem, a lide não precisa responder todas as perguntas (O quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por quê?) que deveriam ser respondidas em outros gêneros jornalísticos, como a notícia, por exemplo.
Tipos de reportagem
As reportagens podem ser:
Expositivas: quando apenas apresentam os fatos de forma objetiva e imparcial.
Opinativas: quando os fatos são apresentados em conjunto com o ponto de vista do repórter.
Interpretativa: quando os fatos são analisados em conjunto com outros elementos, sugerindo uma determinada conclusão sobre o tema.
Diferença entre notícia e reportagem
Notícia e reportagem são dois gêneros jornalísticos com características e objetivos distintos. Ambos, no entanto, podem ser referidos pelo termo "matéria".
Notícia
A notícia tem por objetivo apresentar fatos de forma ágil e imediata, sem adentrar nas causas e desdobramentos do acontecimento noticiado.
O conteúdo a ser informado pela notícia é mais breve e por isso não requer grandes pesquisas ou tempo de elaboração. Por sempre estar relacionada a fatos recentes, a relevância da notícia é temporária e expira em pouco tempo. Assim, a matéria deve ser feita de forma direta, em poucos parágrafos e no modelo de pirâmide invertida (de acordo com o grau de importância).
Nas notícias, a lide deverá responder as perguntas “O quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por quê?”. Além dos fatos principais, a notícia suporta apenas declarações breves que confirmem a veracidade das informações. Assim, qualquer interpretação ou juízo de valor deverá ficar por conta do receptor.
Reportagem
Ao contrário da notícia, a reportagem aborda as causas e desdobramentos de fatos. Assim, a matéria será obrigatoriamente mais longa e detalhada, e o repórter não deve ter pressa em responder todas as perguntas do receptor.
Em reportagens, o repórter tem a liberdade e espaço para apresentar mais documentos e declarações para fundamentar sua matéria, além de poder de expressar opinião, sem deturpar os fatos.
Jornalismo cultural
O jornalismo cultural é um ramo do jornalismo que está associado às diversas manifestações culturais de uma determinada sociedade. Pode abordar temas como a música, cinema, teatro, artes plásticas, entre muitas outras. Este jornalismo tem como objetivo dar a conhecer aos leitores/espectadores o que está acontecendo no seu ambiente no contexto cultural.
Jornalismo investigativo
No jornalismo investigativo (uma área de especialização do jornalismo), o jornalista tem como função a investigação de assuntos de relevância para o público, mas cujos fatos não são do conhecimento geral. Normalmente o jornalismo investigativo requer bastante tempo para apurar os fatos, e como pode tratar temas delicados como corrupção, pedofilia, etc., é uma área que pode pôr em risco a própria vida do jornalista.
Jornalismo esportivo
O jornalismo esportivo consiste em uma área de especialização do jornalismo. Esta vertente do jornalismo está relacionada com o vasto mundo dos esportes. Um grande desafio do jornalismo esportivo é conseguir transmitir notícias com imparcialidade, porque muito provavelmente o jornalista em questão tem uma determinada preferência em termos esportivos (como por exemplo, um time de futebol preferido). Muitos jornais, sites e seus jornalistas são ligados pelos leitores a um determinado time, o que causa discórdia e conflitos no grande público.
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